Quase um cidadão parisiense
Paris
Já tenho residência fixa por algumas semanas. Já faço compras no mercado a cada 2 dias. Mas faltava algo essencial: um telefone.
Aproveitando que estava no bairro de Gi, vi do lado da McDonalds uma loja da Orange (uma operadora famosa la da França, a mesma loja em que ela comprou o celular dela). Por apenas 29 euros, eu agora tenho um celular pré-pago que já vem com 4,50 de crédito e mais 50 mensagens. E por favor, me deixem dizer “apenas”, pois eu to fazendo o possivel pra não converter nada pra reais.
A primeira utilidade pra ele foi Vinício ligando pra mim pra ir jantar no restaurante de um amigo italiano dele, no Quartier Latin (o bairro das universidades). Como de costume, Vinicio janta quase perto de meia noite. Eram quase 23h e eu fui mesmo assim, preocupado em como eu ia voltar.
A comida era muito boa, só que o mais interessante era ver Vinício conversando em italiano com o pessoal do bar. E eu sem entender NADA. Eu acho incrível a minha capacidade de não entender nada de línguas tão parecidas. O máximo que eu consegui soltar foi um “grazie” no fim.
Por sinal, foi aí que eu entendi o que Alessandro disse sobre comida ser caro em Paris. Deu 25 euros pra cada. Foi então que eu entendi porque os turistas jovens e lisos adoram os fast foods.
Saimos de lá de 23h50, e deu tempo de pegar o metrô. Mas eu só relaxei quando tava dentro do segundo metrô, indo direto pra casa.


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