Um ótimo dia para… fast food

França Paris
Pont Alexandre III

Aproveitando que o sol apareceu, voltamos em alguns lugares de ontem pra ver se tirávamos algumas fotos melhores. Passamos pela Pont Alexandre III e, dessa vez, dava pra ver todo o brilho das estátuas de outro da ponte.

O rio Sena e a Pont Alexandre III   Coluna da Pont Alexandre III   Coluna da Pont Alexandre III   Estátua da coluna da Pont Alexandre III

Fomos até a Place de la Concorde, onde levamos cerca de 5 minutos pra conseguir atravessar. Em alguns lugares de Paris, o trânsito é simplesmente louco, então das duas uma: ou você respeita os sinais e dá uma volta danada pra atravessar as ruas, ou você dá uma de doido e sai correndo no meio da rua. A gente começou pela primeira, mas desistiu.

Na própria praça você já vê três pontos característicos: o obelisco, a fonte, e a roda gigante. A roda não chega a ser uma London Eye, mas pelo menos tem uma. E pelo menos não é um carrossel, como tem em todo canto da cidade.

O rio Sena e a ponte Alexandre III, com a Place de la Concorde ao fundo     Place de la Concorde

Nesse momento, bateu a fome. E bateu de um jeito que não tinha como pensar em foto, em monumento, em nada. Nossa missão passou a ser encontrar um lugar pra comer o mais rápido possível. Segundo Gi, do lado do Louvre só tem lugar caro, então saímos emburacando pela cidade em busca de algo.

Se minha irmã estivesse nesse momento, ela ia adorar, porque o que a gente encontrou de loja de roupa não foi brincadeira. Mas éramos dois com fome, e nada de achar comida. Passamos pela Madeleine, uma igreja muito famosa, mas nem demos muita bola, pois lá não vende comida.

Depois de procurar muito e não achar nada, pegamos um metrô e fomos pra a Bastille (ou o que sobrou dela), perto do albergue em que Gi estava. Lá ela sabia de uma McDonalds. Tirei foto da Ópera e da coluna, mas só pensava em comer.

Madeleine     Coluna na praça da Bastille     Opéra Bastille

Enfim, conseguimos chegar lá. Má notícia número 1: na França não tem Cheddar. Más notícias 2 e 3: acabou tanto o milkshake quanto o sorvete. Pedimos então o menu mais não-original da lanchonete: um Big Mac com refrigerante e batata frita. Pelo menos isso tinha.

Eram 16h. Eu comi muito mais tarde que Gi, mas por algum motivo, eu tava me sentido muito mais cansado e agoniado do que ela, sentindo dor nos ombros. Não tinha muita explicação, pois minha bolsa tava bem leve. Gi achou que eu já tava doente de novo, mas ficou a dúvida no ar.

Mais tarde, quando cheguei em casa, resolvi pesar o casaco que eu comecei a usar em Paris, emprestado de um amigo meu. O casaco é muito bom contra o frio, mas ele sozinho pesa quase 3kg. Eis a solução do mistério.

~ por Mano em [ Janeiro 9, 2008 ].

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