Yes, nós temos o bolado!
Londres

Enfim, terminei de atravessar a ponte e, a cada 10 passos que eu dava, eu tirava uma foto da catedral. Cheguei a passar pela porta de entrada, mas dei de cara com três detalhes:
1. A catedral é relativamente pequena;
2. Não podemos tirar foto dentro dela;
3. Precisa pagar 10 libras pra entrar de verdade.
Dei meia volta.
Já que eu tava do outro lado da ponte, resolvi andar um pouco por lá pra conhecer. Vi de longe um prédio bem diferente dos outros, meio oval, e resolvi ir até ele descobrir o que era e tirar uma foto de perto.
Descobri que ali fica a City of London, o bairro pomposo da cidade, cheio de bancos e escritórios de advocacia. Se eu morasse em Londres, eu definitivamente queria trabalhar lá. Por sinal, eu me senti o próprio liso perto daquele povo todo engravatado. Quando passavam por mim, deviam pensar: “O que raios esse turista tá fazendo aqui? Tá perdido?”
Passei cerca de uma hora tentando chegar perto do tal prédio, mas sempre tinham outros mil arranha-céus na frente, divididos por ruas muito complicadas, então acabei desistindo. Parei pra “almoçar” no Subway, que foi mais um pra a lista de fast foods na minha alimentação em Londres.
As cabines telefônicas das fotos acima são pra comentar uma coisa: não é tão fácil assim encontrar as tradicionais cabines londrinas. O que eu mais encontrei foram cabines como a da direita, que provavelmente estão substituindo as antigas. Viva a globalização.


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