Jardin du Luxembourg

França Paris
Palais du Luxembourg

Depois de uma hora ou mais perdido, consegui chegar onde eu queria: o Jardin du Luxembourg, o maior parque da cidade, com mais de 200 mil m².

Pouco antes da entrada fica o Jardin Marco Polo, com uma fonte de cavalos marinhos esculpidos em bronze por Carpeaux. A Fontaine de l’Observatoire, como era de se esperar, estava desligada, mas pelo menos nem todo o verde do jardim tinha ido embora com o inverno.

Fontaine de l’Observatoire     Fontaine de l’Observatoire, pelo ângulo oposto     Jardin Marco Polo

É preciso caminhar um pouco até chegar no palácio. Ao redor dele, há inúmeros jardins: pontos altamente turísticos, mas que devem ser mais interessantes em outras estações. Só pelo começo, já deu pra notar que eu ia encontrar muitas estátuas de bronze pelo caminho.

O Palais du Luxembourg, que já foi residência real, prisão e até um quartel-general alemão, hoje em dia é a sede do Senado francês. Em frente ao palácio, fica o Grand Bassin, uma espécie de lago artificial, onde as pessoas costumam ir para relaxar. Pena que, com essa chuva, as cadeiras ao redor dele estejam todas vazias.

Jardin du Luxembourg     Palais du Luxembourg e o Grand Bassin     Grand Bassin, com as estátuas ao redor

Em torno da praça principal, há várias esculturas de santos, sendo uma delas a de St Genevieve, a padroeira de Paris, que rezou para que a cidade fosse salva dos ataques no ano 451 e, aparentemente, deu certo.

Por ali, existem algumas partes cobertas, onde vi várias pessoas descansando, então sentei pra ler no Guia de Paris sobre isso que eu estou escrevendo. Pois é, Alessandro me convenceu que a viagem fica mais interessante quando você sabe o que exatamente está visitando.

Ele disse inclusive que ia fazer perguntas sobre o que eu visitei, pra ver se eu realmente prestei atenção. Isso sim é pressão.

Estátua da St Genevieve, padroeira de Paris     Entrada lateral do jardim, pela rue de Medicis     Vista lateral do Palais de Luxembourg

No caminho de saída, passei por dois lugares que Alessandro falava sempre. O primeiro foi a Fontaine des Medicis, uma fonte projetada não se sabe exatamente por quem, mas foi a pedido da rainha Marie de Médicis.

O outro era o museu com a exposição do pintor italiano Arcimboldo, que mostra retratos de pessoas feitas com frutas e verduras. É, é algo bem bizarro. Por isso que ele ainda não conseguiu me convencer a ir lá.

Monumento a Eugène Delacroix, famoso pintor francês     Fointaine des Medicis     Museu du Luxembourg, com a exposição de Arcimboldo

~ por Mano em [ Janeiro 18, 2008 ].

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