Château de Versailles
Paris

Não sei como, acordei cedo. E sei menos ainda como estava, às 10 da manhã, na porta do Château de Versailles (que fica fora de Paris). Tudo isso porque o ticket do RER (o trem de Paris) é mais barato no sábado pra quem tem até 25 anos. Como sempre, eu aproveito todas as promoções enquanto sou novo.
Passei o dia todo lá, o que deve render muita história. Mas prometo que vou tentar ser mais conciso do que nos posts de ontem.
Quando cheguei em frente do palácio, achei bem estranho, pois ele não parecia com o que eu tinha visto em algumas fotos. Possivelmente é porque a fachada tá em reforma.
Mandei logo uma mensagem pra Gi me orientar sobre o que fazer, pois ela veio no sábado passado, e eu não tava afim de perder tempo. Ela disse que a primeira coisa era andar pelo castelo, vendo tudo ou até enjoar (o que imaginei que não fosse demorar muito).
Ainda bem que eu me enganei e, pelo contrário, achei até bem interessante. Pra os interessados, o passaporte pra ver tudo é 16 euros. Achei justo, vale a pena. Comecei pela pequena capela, onde a princípio não podia tirar foto, mas quando vi várias pessoas tirando, passei a ignorar também a placa de proibição.
O audioguide é algo que ajuda muito nessas horas, pois você vai ouvindo um pouco da história de tudo que você vê, no seu ritmo (mais uma dica de Gi). Passei pelo famoso Salão dos Espelhos, um dos corredores principais do château, que tem entrada para os vários aposentos, todos decorados de forma, digamos, nada econômica.
Uma parte muito legal do castelo é o chamado Museu de História da França, que conta, através de quadros gigantes, as conquistas do exército Francês, muitas delas incluindo as batalhas vencidas por Napoleão. No final, há um corredor de estátua de celebridades, como René Descartes, Rousseau, Voltaire, e o próprio Napoleão.
Quando saí do castelo, desvendei o mistério: descobri que todo mundo tira a foto da parte de trás do château, e não da frente. Eis então, aí em cima, a minha foto na parte de trás.


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