Os domÃnios da Rainha
 Paris

Esse é o braço direito do Grand Canal, que eu não imaginava que ia chegar. Caramba, esse território de Versailles é MUITO grande. É muito bom ver um parque e um bosque desse tamanho ser conservado até hoje.
Nesse ponto fica o domÃnio da rainha Marie Antoniette (acho que a palavra em português não deve ser “domÃnio”, mas eu vou chamar assim mesmo). A primeira construção nessa área é o Grand Trianon. Eu não entendo quase nada de arquitetura ou decoração, mas na minha opinião isso é o que hoje em dia se chama de brega. Por dentro e por fora. Vejam com os próprios olhos.
Quando a gente entra, eles revistam a bolsa e dizem pra a gente manter a bolsa na frente, onde se possa ver. Isso é o tipo de coisa que deixa a pessoa bem tranquila. Nessa visita ao Grand Trianon, tinham vários indianos. É engraçado como muitos turistas acabam seguindo exatamente o esteriótipo que a gente imagina do seu paÃs. Quem vê ao vivo acaba entendendo.
O resto da jornada foi bem solitária. Caminhar pelo parque é algo agradável, mas deve ser bem melhor em outras estações. Dei de cara com uma fonte bem rebuscada, enquanto tentava descobrir o que exatamente era o domÃnio da rainha. Acabei descobrindo que era tudo aquilo por onde eu andei.
O Petit Trianon estava fechado para visitas, não lembro bem porquê, então segui para o Hameau de la Reine, uma área tÃpica medieval que, por algum milagre, Napoleão decidiu poupar (já que ele mandou destruir quase tudo que fizesse referência à famÃlia real).
Como era de se esperar, eu me perdi nessa imensidão do parque, já um pouco cansado. Alessandro disse que valia a pena ver o pôr do sol nos domÃnios mas, pra ter um pôr do sol, era preciso primeiro ter o sol, e esse mal apareceu. Uma pena, hein?


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