Visita relâmpago a Vincennes
Paris

Peguei o metrô, novamente para o terminal da linha 1, mas dessa vez para o terminal oposto: o Château de Vincennes. Assim como La Défense, Vincennes fica logo após os limites de Paris, e possui um dos mais importantes castelos reais.
Não sei que lerdeza foi essa que me fez chegar lá só as 16h15. Quando pedi um audio-guide para a mulher da recepção, ela disse que não podia me dar porque não ia dar tempo de ouvir, já que o castelo fechava as 17h. Maravilha, hein? Pelo menos isso me economizou 5 euros. E esse foi o único lugar que tinha um guia impresso em português.
Saí aluncinado atrás do castelo, pois eu tinha cerca de meia hora pra conseguir ver tudo. O problema é que eu simplesmente não achava o castelo, já que ele fica “escondido” atrás de um dos pavilhões. Lá na entrada, eu tinha tirado uma foto do mapa, pra me ajudar caso eu me perdesse, mas é claro que eu não lembrei disso na hora.
Quando finalmente cheguei no castelo, já tava imaginando que tinha perdido meu ticket, pois já tinha passado da hora de entrar, mas a mulher deixou eu passar. Saí lendo rapidamente o que tinha no guia e praticamente correndo pelos corredores do castelo. A visita inclusive tava meio estressante, pois no sobe e desce de escadas eu vivia me perdendo.
Só me acalmei um pouco quando encontrei um grupo de uns 20 idosos conduzidos por um guia. Eu finalmente podia entender melhor o que era aquele castelo e como funcionavam as coisas dentro dele. Bem, entre aspas, pois ele falava tudo em francês. Mas só de entender metade eu já tava feliz.
Depois de algum tempo, eu perdi a paciência com a lentidão dos velhinhos e resolvi seguir minha visita sozinho mesmo. Minha grande preocupação era escurecer e eu não conseguir tirar foto de mais nada, já que minha câmera só serve de dia.
Ainda consegui tirar algumas fotos lá de cima de uma torre, de onde dá pra ver toda a extensão dos arredores do castelo, inclusive o bosque que fica lá no fundo. Saí do castelo e fui em direção à saída do bosque, mas chegando lá acabei desistindo.
A última coisa que eu queria era me perder fora de Paris.


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