Avenida Champs-Elysées

França Paris
Arco do Triunfo, no fim da Champs-Elysées

Há duas semanas, andei com Alessandro pela avenida Champs-Elysées, uma das mais famosas de Paris. Na época, era o início das promoções na cidade, e a avenida tava entupida de gente. Agora que a euforia das compras já passou, ela fica bem mais calma, mas ainda assim cheia de gente. O detalhe é que, um mês depois, a rua ainda mantém sua decoração de natal.

Peguei um atalho pela rua Fauboug St-Honoré, uma rua com vários prédios do governo, mais ou menos como a Whitehall, em Londres. O problema dessa rua era a enorme quantidade de guardas. Tirei poucas fotos, pois a cada uma que eu tirava, eu ficava com medo de um deles virem me prender. É uma segurança enorme ao redor dos edifícios, ruas bloqueadas e coisas do tipo. Mas dá pra entender por quê.

Prédio do governo na Faubourg St-Honoré     Champs-Elysées, ainda com a decoração de Natal     Calçada da Champs-Elysées

Desde que eu saí de Recife, minha irmã, que trabalha com moda, fica me pedindo pra tirar fotos roupas que o pessoal que se usam aqui. Tem algo a ver com o fato de que o que é moda agora na Europa vai virar moda no Brasil eventalmente.

Então, pra cumprir o pedido dela, entrei na Av. Montaigne, uma rua só de lojas de grifes famosas, mais ainda que na Champs-Elysées. Acho que minha irmã, assim como boa parte da ala feminina de Recife, ia ficar doida passando por essa rua. Tem lojas da Gucci, Prada, Armani, entre outras marcas que devem ser famosas, mas que eu não conheço.

O divertido era conseguir tirar as fotos discretamente. Eu não sabia se era proibido, se os seguranças iam reclamar, ou coisa do tipo, então tinha que ser tudo na maior entoca possível. Só pelo carros estacionados na rua, já dá pra imaginar a clientela que compra na rua.

Loja da Gucci, na esquina da Champs-Elysées com a Montaigne   Vitrine da loja da Armani   Vitrine da loja da Prada   Carros estacionados na Av. Montaigne

A propósito, tirei umas 50 fotos. Vou ter que deixar pra mostrar pra minha irmã só quando voltar mesmo.

Quando atravessei a Champs-Elysées de volta, consegui aproveitar o sinal fechado pra tirar uma foto do Arco do Triunfo lá longe. Por sinal, que trânsito! Por um momento, cheguei a lembrar de Recife.

Mas essa lembrança foi embora quando entrei num restaurante chamado La Durée. Nela são vendidos vários tipos de doces, chocolates, enfim… eu ali era como minha irmã seria na Av. Montaigne. Mas me contentei em comprar alguns “macarons”, uma espécie de biscoito muito gostoso, disponível em vários sabores (que eles chamavam de perfumes). Quando vim com Alessandro, a fila tava muito grande e a gente desistiu de comprar.

Como já eram 15h, sentei num banco em frente a Champs-Elysées, e os macarons foram meu almoço mesmo. Eu achava que Alessandro ia ficar me chamando de pirangueiro (como de costume) o resto da semana por causa disso, só que eu guardei uns macarons pra ele, e ele não tirou onda dessa vez. Nada como um bom suborno.

O trânsito na Champs-Elysées     La Durée     Champs-Elysées, vista de um dos bancos da calçada


~ por Mano em [ Janeiro 25, 2008 ].

Deixe uma resposta