Musée d’Orsay

•[ Janeiro 11, 2008 ] • Deixe um comentário

França Paris
Thomas Couture - Romains de la décadence

Olhem o tamanho desse quadro. Sério, é sem noção. Acho que algumas das pessoas pintadas são do meu tamanho. Eu não imagino o trabalho que deve ter sido pra pintar isso.

Essa e outras obras estão presentes no Musée d’Orsay, um museu à beira do Sena que fica numa antiga estação de trem, Gare d’Orsay, e abriga principalmente arte francesa entre 1848 e 1914.

Relógio externo do museu, que é visto do Sena  Na frente do Musée d’Orsay, à beira do Sena  Térreo do museu, a cara de uma estação de trem  Relógio interno do museu

O forte do museu são as pinturas e esculturas, mas confesso que não dei muita bola para as esculturas. Uma que chamou a nossa anteção foi uma de Carpeaux, mas não pela escultura em si, e sim por um senhor de camisa azul que se abaixava de um jeito muito bizarro pra conseguir tirar foto dela.

Esculturas de Carpeaux (atenção para o senhor de camisa azul)     Monet - Le déjeuner sur l’herbe     Monet - Le bassin aux nymphéas

Já nas pinturas, encontramos vários artistas famosos, como Monet, Renoir e van Gogh. Fiquei impressionado comigo mesmo de reconhecer alguns quadros (embora não soubesse quem pintou cada um).

Renoir - Le bal au moulin de la Galette [dir]  Paul Cézanne - Nature morte à la bouilloire  Pinturas de Van Gogh  Van Gogh - L’eglise d’Auvers-sur-Oise, vue du chevet

Segundo Gi, ela ficou orgulhosa por ter conseguido me carregar pra um museu por 1h30 e me feito parar e olhar vários deles pra saber sobre os artistas, em vez de simplesmente tirar várias fotos aleatórias. Pior é que ela tem razão. Aos poucos, estou aprendendo a ser turista.

Chuáááá (a.k.a. Fontes!)

•[ Janeiro 11, 2008 ] • Deixe um comentário

França Paris
Gi, eu e a pirâmide do Louvre

Sexta-feira, reencontrei minha companheira de turismo! Hoje o sol não apareceu, mas isso não nos impediu de tirar um monte de fotos com as pirâmides do Louvre.

A parte mais estranha daquele momento foi ouvir o barulho da fonte (ligada!) e ficar com uma vontade enorme de mergulhar na água. Mesmo com aquele frio cortante. E o pior: quando comentei com Gi, ela disse que tava pensando na mesma coisa.

Pirâmide do Louvre   A fonte maligna   Pirâmides do Louvre   Pirâmide do Louvre

Vai ver o barulho de água corrente tem um efeito hipnotizante para nós que vivemos no calor. Vai ver a gente já tava há tempo demais no clima frio. E foi prestando atenção nesse canto de sereia que praticamente puxava pra dentro da água que a gente resolveu… sair de perto do Louvre. Antes que a gente fosse preso ou morresse de pneumonia.

O frio faz essas coisas com a cabeça da gente. Acho que eu não nasci pra esse clima.

Jantar surpresa

•[ Janeiro 10, 2008 ] • Deixe um comentário

França Paris
Université Denis Diderot

Há dias que eu tento marcar com Paty de jantar, mas a gente se desencontra toda hora. Agora que eu tenho um celular, fica mais fácil me comunicar com ela.

Aproveitando que Notre Dame é bem perto da faculdade dela, resolvi ir andando até Jussieu, e fazer uma surpresa. Eram umas 17h quando eu mandei uma mensagem dizendo que, quando ela desocupasse. Fiquei lá andando pela faculdade e conhecendo, pra não ficar perdido quando ela saísse.

Esperei até umas 18h e nada de resposta. Liguei e descobri que o telefone tava fora de área.  E agora? Esperei. E esperei. Acho que cheguei a decorar o número dela de tanto ouvir na caixa postal. Quando deu 18h30 e nada de conseguir falar com ela, desisti e voltei pra casa. Afinal, o jantar já tinha ido pro espaço, e a fome bateu.

Só quando cheguei em casa foi que eu consegui falar. Aí bem… a gente tenta outro dia. No final, a surpresa foi minha.

Notícias do além

Pra quem tinha esquecido de Gi, ela continuou perdida. E só chegou em casa umas 20h.

Catedral de Notre Dame

•[ Janeiro 10, 2008 ] • 2 Comentários

França Paris
Gárgula melancólico no topo da Notre Dame

A Notre Dame é uma mais antigas catedrais francesas em estilo gótico, e é dedicada a Maria, mãe de Jesus. Por sinal, quando eu descobri que “Notre Dame” queria dizer “Nossa Senhora” em francês, muita coisa passou a fazer sentido, como o fato de existirem várias igrejas com esse nome. Ser leigo dá nisso.

Dentro da Catedral

No interior, podemos ver vários vitrais e esculturas com temas religiosos, tudo realmente muito bonito, vale a pena mesmo entrar. Talvez por ser a primeira igreja que eu entrei, eu fiquei mais impressionado com ela, ou talvez ela cause esse efeito mesmo.

Vitral na Notre Dame   Interior da Notre Dame   Estátua na Notre Dame   Interior da Notre Dame

Entre outras obras expostas na catedral, existe uma miniatura da catedral. Putz, é igual. IGUAL. Eu sei que o conceito de miniatura é esse mesmo, mas po, é impressionante o que um ser humano bem direcionado é capaz de fazer.

Miniatura da Notre Dame, lado oeste     Miniatura da Notre Dame, lado sul     Miniatura da Notre Dame, lado leste

Subindo os degraus

“Sem banheiro. 400 degraus, sem elevador”. O folder da catedral é bem direto. Faltou pouco pra perguntar: “você está certo disso?”

Bom, eu estava. Afinal, é pra isso que eu faço exercício. E continuei pensando assim até chegar mais ou menos na metade (até parece que eu sabia em que degrau eu tava quando cansei). Mas assim como na torre Eiffel, eu cheguei lá.

E lá estavam os gárgulas, melancólicos que só eles. Mas se eu fosse um gárgula olhando pela varanda o dia todo, eu também ficaria entediado. Confesso que arquitetos devem adorar a vista daqui, cheia de estátuas e construções góticas. Não é bem meu caso, mas eu achei legal.

Estátua na Notre Dame     Pátio de visita da Notre Dame, com grade de proteção     Vista da parte interna da Notre Dame

Entrando na torre sul, lá estava meu xará: o sino Emmanuel. É o maior sino da catedral, pesando 13 toneladas (só o badalo são 500kg), e só é usado em datas especiais (ao contrário dos outros quatro, que batem várias vezes ao dia).

Ok, parem pra pensar: 13 toneladas. 500kg. Eu realmente não queria estar ali dentro quando ele batesse.

Texto sobre os sinos da Notre Dame     Sino Emmanuel, o maior da Notre Dame     Texto sobre o sino Emmanuel

E continuei subindo (não acaba nunca). Do topo da torre da Catedral, a gente tem uma vista sensacional de Paris. Uma coisa legal é você reconhecer de longe os monumentos e edifícios famosos, como o Pantheon e a Torre Montparnasse.

Uma coisa que não pode ser esquecida é o vento. Batia um vento muito frio e gelado lá em cima. Isso tudo é pra a gente não esquecer a altura em que chegou. Mais uma vez, temos grades anti-suicidas.

Do topo da catedral, vê-se o Pantheon e a torre Montparnasse     O Sena, visto de cima da catedral     No alto, no vento e no frio, achando ótimo :D

Ao redor da catedral

Desci, desci, desci, cansei de descer, continuei descendo, e consegui sair. Dei a volta pela cadetral, por dentro de um jardim que fica do lado, vendo ao vivo o que eu só tinha visto em miniatura. Mais uma vez, achei impressionante a quantidade de detalhes.

Fachada sul da Notre Dame     Cabeceira da Notre Dame (lado leste)     Praça em frente à Notre Dame

Minha mãe disse pra eu fazer 3 pedidos quando eu entrasse em uma igreja. Lógico que eu esqueci.

Île de la Cité

•[ Janeiro 10, 2008 ] • 3 Comentários

França Paris
Catedral de Notre Dame

Da entrada do Louvre, fui em direção ao Sena, e lá vi a Pont des Arts, uma ponte só para pedestres. Do outro lado dela fica o Institut de France, que agrupa cinco “académies”, sendo a mais famosa a Académie Française.

A ponte seguinte é a Pont Neuf (“ponte nova”), que corta a Île de la Cité, uma das duas ilhas que ficam no Sena, bem no centro de Paris.

Pont des Arts     Pont des Arts e o Institut de France     Pont Neuf, cortando a Île de la Cité

Na ilha, fica a Consiergerie, que já foi uma prisão na época da revolução, onde ficou presa Maria Antonieta, aguardando a execução. Nela também está o Palácio da Justiça, que cuida do maior número de casos na França.

A segunda ilha é a Île de Saint-Louis, mas eu acabei não passando por ela hoje. Deu preguiça.

Consiergerie     [Alguém sabe o que é isso? Não consegui descobrir!]     Palais de Justice

Catedral de Notre Dame

Um pouco mais adiante, ainda na Cité, encontrei a catedral de Notre Dame (é, a do corcunda). Tentei de todo jeito conseguir tirar uma foto dela inteira comigo aparecendo, mas simplesmente não consegui. Vendo meu desespero, outro turista se ofereceu pra tirar a foto.

Depois de agradecer, perguntei algo a ele, mas ele não entendeu, disse que não falava francês. Quando perguntei de onde era, adivinhem: mais um brasileiro. Ele comentou que a Notre Dame era realmente muito bonita e que valia a pena entrar (e era de graça).

Se ele não tivesse falado, eu provavelmente teria passado direto, mas acabei ficando curioso. Já tava lá, né? De fato, já por fora ela é bem bonita. Não só entrei na catedral, como resolvi pagar 5 euros pra subir (mais detalhes no próximo post). E ela acabou despertando minha curiosidade pra conhecer outras igrejas.

Catedral de Notre Dame (foto tirada por outro turista brasileiro)   Entrada da Notre Dame   Topo da Notre Dame   A árvore de natal atrasada em frente a Notre Dame

Enquanto isso, Gi continuava perdida em Paris, sem saber onde estava, esperando a boa vontade dos amigos pra voltar pra casa.

Jardin des Tuileries

•[ Janeiro 10, 2008 ] • Deixe um comentário

França Paris
A pirâmide principal do Louvre

Hoje eu consegui acordar sozinho (que milagre). Combinei com Gi de nos encontramos perto do Louvre, pra de lá ir pro Musée d’Orsay. Fui direto pra lá e mandei pra ela uma dos 50 mensagens a que eu tinha direito, dizendo que já tava lá.

Aproveitei pra conhecer o Jardin des Tuileries, um jardim enorme que fica de frente pro Louvre, e costuma ser bem bonito. Costuma, quando não é inverno. Agora praticamente só sobram os galhos das árvores sem folhas. Pelo menos ainda sobrou o verde da grama pra dar o ar da graça.

Jardin des Tuileries, sem folhas     Museu do Louvre     Arbustos que se mantêm firmes no inverno

Lá longe, dá pra ver a roda gigante da Place de la Concorde, e no lado oposto tem o Louvre, o arco do Carrousel e as pirâmides. Entre os carros tem um pequeno girador com um jardim (o Carrousel du Louvre), onde fica a pirâmide invertida, que ficou mais famosa por causa de Código da Vinci.

O ataque das gaivotas     Arc de Triomphe du Carrousel     Carrousel du Louvre

Enquanto passeava por lá, Gi respondeu a mensagem dizendo que tinha saído pra fazer compras com o pessoal do albergue em um bairro bueral, e não fazia idéia de onde tava. Então o jeito foi procurar outra coisa pra visitar (afinal, eu não ia ter saco pra ir sozinho pro museu).

Quase um cidadão parisiense

•[ Janeiro 9, 2008 ] • Deixe um comentário

França Paris
Estudantes vagando pelas ruas do Quartier Latin, perto da meia noite 

Já tenho residência fixa por algumas semanas. Já faço compras no mercado a cada 2 dias. Mas faltava algo essencial: um telefone.

Aproveitando que estava no bairro de Gi, vi do lado da McDonalds uma loja da Orange (uma operadora famosa la da França, a mesma loja em que ela comprou o celular dela). Por apenas 29 euros, eu agora tenho um celular pré-pago que já vem com 4,50 de crédito e mais 50 mensagens. E por favor, me deixem dizer “apenas”, pois eu to fazendo o possivel pra não converter nada pra reais.

A primeira utilidade pra ele foi Vinício ligando pra mim pra ir jantar no restaurante de um amigo italiano dele, no Quartier Latin (o bairro das universidades). Como de costume, Vinicio janta quase perto de meia noite. Eram quase 23h e eu fui mesmo assim, preocupado em como eu ia voltar.

A comida era muito boa, só que o mais interessante era ver Vinício conversando em italiano com o pessoal do bar. E eu sem entender NADA. Eu acho incrível a minha capacidade de não entender nada de línguas tão parecidas. O máximo que eu consegui soltar foi um “grazie” no fim.

Por sinal, foi aí que eu entendi o que Alessandro disse sobre comida ser caro em Paris. Deu 25 euros pra cada. Foi então que eu entendi porque os turistas jovens e lisos adoram os fast foods.

Saimos de lá de 23h50, e deu tempo de pegar o metrô. Mas eu só relaxei quando tava dentro do segundo metrô, indo direto pra casa.

Um ótimo dia para… fast food

•[ Janeiro 9, 2008 ] • Deixe um comentário

França Paris
Pont Alexandre III

Aproveitando que o sol apareceu, voltamos em alguns lugares de ontem pra ver se tirávamos algumas fotos melhores. Passamos pela Pont Alexandre III e, dessa vez, dava pra ver todo o brilho das estátuas de outro da ponte.

O rio Sena e a Pont Alexandre III   Coluna da Pont Alexandre III   Coluna da Pont Alexandre III   Estátua da coluna da Pont Alexandre III

Fomos até a Place de la Concorde, onde levamos cerca de 5 minutos pra conseguir atravessar. Em alguns lugares de Paris, o trânsito é simplesmente louco, então das duas uma: ou você respeita os sinais e dá uma volta danada pra atravessar as ruas, ou você dá uma de doido e sai correndo no meio da rua. A gente começou pela primeira, mas desistiu.

Na própria praça você já vê três pontos característicos: o obelisco, a fonte, e a roda gigante. A roda não chega a ser uma London Eye, mas pelo menos tem uma. E pelo menos não é um carrossel, como tem em todo canto da cidade.

O rio Sena e a ponte Alexandre III, com a Place de la Concorde ao fundo     Place de la Concorde

Nesse momento, bateu a fome. E bateu de um jeito que não tinha como pensar em foto, em monumento, em nada. Nossa missão passou a ser encontrar um lugar pra comer o mais rápido possível. Segundo Gi, do lado do Louvre só tem lugar caro, então saímos emburacando pela cidade em busca de algo.

Se minha irmã estivesse nesse momento, ela ia adorar, porque o que a gente encontrou de loja de roupa não foi brincadeira. Mas éramos dois com fome, e nada de achar comida. Passamos pela Madeleine, uma igreja muito famosa, mas nem demos muita bola, pois lá não vende comida.

Depois de procurar muito e não achar nada, pegamos um metrô e fomos pra a Bastille (ou o que sobrou dela), perto do albergue em que Gi estava. Lá ela sabia de uma McDonalds. Tirei foto da Ópera e da coluna, mas só pensava em comer.

Madeleine     Coluna na praça da Bastille     Opéra Bastille

Enfim, conseguimos chegar lá. Má notícia número 1: na França não tem Cheddar. Más notícias 2 e 3: acabou tanto o milkshake quanto o sorvete. Pedimos então o menu mais não-original da lanchonete: um Big Mac com refrigerante e batata frita. Pelo menos isso tinha.

Eram 16h. Eu comi muito mais tarde que Gi, mas por algum motivo, eu tava me sentido muito mais cansado e agoniado do que ela, sentindo dor nos ombros. Não tinha muita explicação, pois minha bolsa tava bem leve. Gi achou que eu já tava doente de novo, mas ficou a dúvida no ar.

Mais tarde, quando cheguei em casa, resolvi pesar o casaco que eu comecei a usar em Paris, emprestado de um amigo meu. O casaco é muito bom contra o frio, mas ele sozinho pesa quase 3kg. Eis a solução do mistério.

Muito prazer, Torre Eiffel

•[ Janeiro 9, 2008 ] • 1 Comentário

França Paris
Torre Eiffel

Gi tocou mais uma vez a campainha. Dessa vez não só pra me tirar de casa, como também pra me acordar. Acho que ainda não me acostumei ao fuso horário daqui (a desculpa é essa).

Saindo de casa, vi que minha torcida deu certo: fez sol! Um ótimo motivo pra ir visitar novamente a torre Eiffel. E dessa vez, ela apareceu inteira. Gi ficou rindo de novo da minha cara de ontem.

Como todo bom turista, resolvemos subir na torre. Como todo bom brasileiro, fomos de escada pra evitar a fila do elevador e ainda enconomizar 2 euros. Na metade da subida, a idéia já não parecia tão boa, pois ainda faltava a outra metade e o vento gelado não tava ajudando nada.

Torre Eiffel, num dia de sol     Torre Eiffel, vista de baixo     Eu e a torre, no sol

O primeiro andar

360 degraus depois, chegamos ao primeiro andar. Encontramos algumas coisas inusitadas lá em cima: primeiro, uma miniatura da torre feita de gelo (só descobri que era de gelo quando tentei me apoiar nela pra tirar a foto).

Segundo, uma parte da torre tinha neve! E eu que achava que ia voltar pro Brasil sem ver neve. Gi não ficou nada feliz em ver, já que ela pegou vários dias de neve em Amsterdam na semana passada. Ela não quis nem chegar perto, a não ser pra tirar minhas fotos.

Algo bem interessante é que em cada ponto da lateral da torre tem a foto e a explicação de um ponto turístico que você pode enxergar de lá. Eu sei que eu devia ter prestado mais atenção nisso, mas ainda preciso desenvolver meu lado turista.

Miniatura da torre feita de gelo     Eu e Gi no primeiro andar da torre     Neve em cima da torre!

O segundo andar (ou não)

Depois de explorar o primeiro andar (e se esconder do frio dentro do restaurante), a gente resolveu ir para o segundo. Quando soube que eram mais 350 degraus, resolveu não ir mais. Inclusive, resolvemos já descer de volta, pois o frio só fazia aumentar. Alguém depois me conta se tinha algo de interessante lá em cima.

Falando em “lá em cima”, alguns podem estar se perguntando se ninguém se joga da torre. Mas basta ver que colocaram uma grade e uma tela de proteção ao redor de toda a torre. A torre é alta, mas não é o paraíso dos suicidas.

Trocadéro visto da torre     Vista de cima da torre     Vista do Sena de cima da torre

Voltando à descida, acabei conseguindo repetir o feito no avião em Lisboa: no terceiro passo, meu pé escorregou. Pelo menos dessa vez eu não caí, mas foi por pouco. Eu gelei e fiquei parado por uns cinco segundos, me imaginando rolando os 360 degraus abaixo. Quando voltei a descer, não soltei a mão do corrimão até chegar em terra firme.

Acho que não subo mais em nada que tenha chão molhado. Enquanto isso, crianças de 5 anos subiam a escada correndo, tranquilamente.

Escureceu cedo

•[ Janeiro 8, 2008 ] • Deixe um comentário

França Paris
Eu e Gi na Pont Alexandre III

Depois de tirar umas 30 fotos da torre Eiffel e seus arredores, continuamos turistas: sentamos num banco e abrimos uns 3 mapas pra escolher qual era o próximo lugar a visitar (nesse momento, eu roubei o segundo mapa de Gi, que sempre anda com vários).

Seguimos até o Hôtel des Invalides, um palácio gigante que foi construído pra abrigar os inválidos do exército. Hoje tem vários museus e também os restos mortais de famosos, como os de Napoleão. Bem próximo, sobre o rio Sena, fica a Pont Alexandre III, que simboliza a aliança entre a França e a Rússia em 1892.

Chapelle des Invalides     Pont Alexandre III     Esplanade des Invalides

As fotos ficaram altamente escuras, pois é isso que acontece no inverno: além de ficar frio, escurece muito cedo. E como minha câmera não é nada profissional, acho que vou me limitar a tirar fotos de dia.

Quando atravessamos a ponte, encontramos o Petit e o Grand Palais, que servem de local para vários tipos de exibições. A essa altura, já não dava mais pra enxergar muita coisa, então cada um foi pra “sua” casa.

Grand Palais (no escuro)     Petit Palais no fim do dia     A cidade luz, acesa :)

Ter anoitecido pelo menos serviu pra uma coisa: no caminho de volta, eu já pude ver pela primeira vez a cidade luz acesa.