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França Paris
Arc de Triomphe

Por falar em Alessandro, alguns devem estar se perguntando onde estava ele todo esse tempo, que mal apareceu aqui. Bom, alguém tinha que trabalhar. E como nesse mês definitivamente esse alguém não sou eu, sobrou pra ele.

No entanto, hoje é sábado e até as formigas operárias merecem um descanso, então ele resolveu turistar junto comigo. Começamos pela torre Eiffel e passamos pelo Arco do Triunfo (que eu ainda não tinha visto de perto).

Ao chegar na Champs-Elysées, uma das principais avenidas de Paris, notei que a metáfora da formiga foi levada a sério: um formigueiro de gente se apertava pelas ruas, pois era o primeiro fim de semana dos Soldes (as promoções em todas as lojas da cidade).

Foi um bom momento pra testar vários perfumes franceses de marcas famosas que ficavam de amostra! Eles realmente se garantem nessa parte. Mesmo com os descontos, vou deixar pra comprar no duty free, pois deve sair mais barato.

Eu, Alessandro e a Torre Eiffel     Calçada da Av. Champs-Elysées     Fonte na Av. Champs-Elysées

Minha única aquisição no dia foi comprar créditos pro meu celular. Coloquei 25 euros e ganhei nada menos que 500 mensagens pra usar! Creio que não vou precisar recarregar nem tão cedo.

Descemos a avenida até o fim, chegando mais uma vez na Place de la Concorde, mas dessa vez com muito sol (que por sinal já estava perto de se pôr).

Place de la Concorde Fonte na Place de la Concorde Embaixada dos EUA, na Place de la Concorde Pôr do sol na Place de la Concorde

Seguindo a rue Royale, chegamos à Madeleine, uma igreja néo-classica construída como templo para a glória do exército de Napoleão, pela qual eu passei correndo no meu segundo dia em Paris. Dessa vez, entrei com calma e vi um altar grandioso com a estátua de Maria Madalena sendo carregada por dois anjos.

 A place de la Concorde, vista da Madeleine     Eglise de Madeleine     Altar da Madeleine

Caminhando pela Boulevard des Capucines, passamos pela frente do Olympia, a mais antiga sala de espetáculos musicais de Paris, que já foi palco para Edith Piaf, Beatles, Pavarotti, Rolling Stones, entre outros.

No fim da avenida, fica a Ópera Garnier, uma casa de ópera com capacidade para quase 2 mil pessoas sentadas. Tem estilo néo-barroco e é considerada uma obra prima da arquitetura.

Na volta pra casa, Alessandro comprou o que segundo ele é uma comida típica de Paris: o pão com amêndoas (acho que é esse o nome). Pior é que eu acabei gostando mais do que ele mesmo, que sugeriu.

Teatro Olympia     Ópera Garnier     Pão com amêndoas, o algo do tipo

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~ por Emannuel em [ janeiro 12, 2008 ].

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