Agora ele aparece…

•[ janeiro 16, 2008 ] • Deixe um comentário

Reino Unido Londres
City of London, vista do outro lado do Thames

Atravessei o Thames de volta. Olhei pra trás e lá estava o edifício, lá no fundo. Mas aí já era tarde, eu não queria saber mais dele.

Yes, nós temos o bolado!

•[ janeiro 16, 2008 ] • Deixe um comentário

Reino Unido Londres
St. Paul’s Cathedral

Enfim, terminei de atravessar a ponte e, a cada 10 passos que eu dava, eu tirava uma foto da catedral. Cheguei a passar pela porta de entrada, mas dei de cara com três detalhes:
1. A catedral é relativamente pequena;
2. Não podemos tirar foto dentro dela;
3. Precisa pagar 10 libras pra entrar de verdade.

Dei meia volta.

St. Paul’s Cathedral     Estátua em frente à St. Paul’s Cathedral     St. Paul’s Cathedral

Já que eu tava do outro lado da ponte, resolvi andar um pouco por lá pra conhecer. Vi de longe um prédio bem diferente dos outros, meio oval, e resolvi ir até ele descobrir o que era e tirar uma foto de perto.

Descobri que ali fica a City of London, o bairro pomposo da cidade, cheio de bancos e escritórios de advocacia. Se eu morasse em Londres, eu definitivamente queria trabalhar lá. Por sinal, eu me senti o próprio liso perto daquele povo todo engravatado. Quando passavam por mim, deviam pensar: “O que raios esse turista tá fazendo aqui? Tá perdido?”

Passei cerca de uma hora tentando chegar perto do tal prédio, mas sempre tinham outros mil arranha-céus na frente, divididos por ruas muito complicadas, então acabei desistindo. Parei pra “almoçar” no Subway, que foi mais um pra a lista de fast foods na minha alimentação em Londres.

City of London, e o prédio misterioso lá atrás     Quase consegui chegar no tal prédio     Achei que ia encontrar milhares dessas cabines mas…     … as cabines que eu mais vi foram dessas.

As cabines telefônicas das fotos acima são pra comentar uma coisa: não é tão fácil assim encontrar as tradicionais cabines londrinas. O que eu mais encontrei foram cabines como a da direita, que provavelmente estão substituindo as antigas. Viva a globalização.

A beleza escondida de Londres

•[ janeiro 16, 2008 ] • 7 Comentários

Reino Unido Londres
Às margens do rio Thames

Confesso que, depois de ter visto tantos pontos turísticos ontem, não tinha botado muita fé nesse segundo dia de caminhada pela margem do Thames. Afinal, o que poderia ter de tão interessante numa caminhada interminável de 2 milhas?

Mas foi durante a tal caminhada que eu percebi que Londres é uma cidade que guarda sua beleza discretamente, pra que você vá descobrindo aos poucos. Não sei de onde eu tirei essa frase, mas é que eu simplesmente me surpreendia a cada passo que dava.

Primeiro, é bom ver que o bom humor dos habitantes não só é mantido no frio como ele é maior ainda num dia de sol. Preciso visitar essa cidade num fim de semana, quando as pessoas estão em maior número nas ruas, despreocupadas.

Graffiti     Parque à beira do Thames     Cais no rio Thames

Ao parar pra tirar a foto do que parecia uma ponte ainda em reforma, logo ao lado da Blackfriars Bridge, um senhor simplesmente parou do meu lado (também com uma câmera) e começou a me contar a história da ponte, a Blackfriars Railway Bridge.

Ele me explicou que a ponte original (antes chamada de St Paul’s Railway Bridge, da qual só restam os pilares) não suportaria o peso dos trens mais modernos, por isso construíram uma nova ponte logo ao lado. Para não jogar todo o trabalho feito, eles deixaram os pilares vermelhos lá, talvez como registro histórico. Bizarro, não?

Pontes originais, quando Blackfriars se chamava St Paul’s     Pilares que restaram da ponte original     Letreito em cima da ponte

Mais a frente, encontrei o Tate, o museu de arte moderna de Londres. Não quis entrar porque já pretendo ir no de Paris quando voltar. Logo na frente do Tate, está a Millenium Bridge, uma ponte de pedestres com design bem moderno (é… faz sentido).

Quando olhei para o fim da ponte, no outro lado do rio, vi uma catedral e decidi que tinha que ir lá de qualquer jeito, e depois eu podia voltar e continuar minha caminhada. Foi mais uma daquelas atrações inexplicáveis, mas pelo menos dessa vez não envolvia mergulhar numa fonte.

Tate Modern Art Museum     Paul’s Walk, com a catedral ao fundo     Em cima da Millenium Bridge

Quanto à principal beleza da cidade: infelizmente, a melhor parte de Londres não fica simplesmente imóvel esperando você tirar uma foto.

London Eye

•[ janeiro 16, 2008 ] • Deixe um comentário

Reino Unido Londres
London Eye

Também conhecida como Millenium Wheel, a London Eye é uma roda gigante de obervação. Com 135 metros de altura, era a maior do mundo quando foi construída.

Ela se tornou a atração turística paga mais visitada do Reino Unido, sendo visitada por 3 milhões de pessoas por ano. Obviamente, eu não fui uma delas.

London Eye   London Eye   London Eye   London Eye

O argumento que me deram pra não subir é que eu perderia muito tempo (a roda leva meia hora pra dar uma volta), e eu teria coisas mais interessantes pra ver nesse tempo. De fato, só sobrou hoje pra visitar tudo que falta.

Big Ben, agora com sol

•[ janeiro 16, 2008 ] • Deixe um comentário

Reino Unido Londres 
O Big Ben e o Parlamento

Ok, sol até fez. Mas não quer dizer que ficou quente. Mesmo com todo esse céu azul, continuava saindo fumaça quando eu soprava (por sinal, fico fazendo isso direto).

É incrível como um dia de sol faz a diferença no meu humor. Já cheguei a conclusão que meu bom humor é proporcional à temperatura (se isso for verdade, ainda bem que eu não peguei abaixo de zero ainda).

Agora que tem sol e que eu já aprendi onde fica o Big Ben, voltei lá pra tirar mais fotos dele. Mas dessa vez o plano era atravessar a Westminster Bridge e percorrer toda a margem do rio Thames até chegar na Tower Bridge, tirando foto de tudo que eu encontrasse no caminho.

Paliament of the United Kingdom, no Palace of Westminster      Em Londres, 11:25     Rio Thames, visto da Westminster Bridge

Uma curiosidade sobre o Big Ben: na verdade, esse é o nome do sino principal que fica dentro da torre. O relógio em si (ou seja, a torre com as quatro faces de relógio) se chama Clock Tower. Cada face tem 7 metros de diâmetro.

Por essa eu não esperava

•[ janeiro 16, 2008 ] • Deixe um comentário

Reino Unido Londres 
Um dia de sol em Londres! :)

Hoje é praticamente meu último dia em Londres, já que amanhã eu volto bem cedo pra Paris. Então o jeito foi sair logo mais uma vez pra tentar aproveitar o dia.

Saí preparado para o frio de sempre e dei de cara com isso aí da foto. E aí vocês me perguntam: isso o quê?

Isso, meus amigos, é um céu azul. Isso, meus caros leitores, é um dia de sol. Um dia de sol em Londres. Eu estou presenciando um dia de sol em Londres.

Fiquem todos com inveja.

Museu de História Natural (parte 2)

•[ janeiro 15, 2008 ] • 1 Comentário

Reino Unido Londres 
Mais um panda no National History Museum

O panda acima fica logo na saída da zona azul. Continuo impressionado com o quanto esses animais parecem reais.

Depois de uma parada estratégica pra descansar, continuei com as zonas seguintes. Dica de turista: sempre que entrar em um museu ou restaurante, aproveite pra usar o banheiro. Você nunca sabe quando vai encontrar outro, nem quando vai precisar.

Zona Verde

Por estar andando desde as 9 da manhã, essa zona já não me pareceu tão interessante quanto a anterior, mas ainda assim vi algumas coisas legais. Descobri depois que a zona verde tem uma área subterrânea e outra no piso superior, mas acabei nem passando por elas.

Há uma seção de “Creepy Crawlies”, que são animais rastejantes e outros de que muita gente tem nojo. Encontrei lá um escorpião gigante, que também se mexia. Na sala ao lado, várias aves mostravam toda sua majestade na vitrine (não vejo outra palavra pra descrever esses seres que parecem tão indepedentes).

Escorpião gigante     Aves no museu     Águia no museu

Zona Vermelha

Poderia ser chamada também de Zona da Terra, pois mostra vários aspectos do nosso planeta, como efeitos das erupções vulcânicas, tipos de solos, pedras preciosas e materiais primitivos como ouro e prata.

Além das salas que contam a história da Terra desde o início, há uma preocupação com o futuro, com demonstrações dos efeitos que o próprio homem causa ao planeta.

 Entrada da Zona Vermelha Pedras preciosas O ouro e suas caracteróticas Quanto você custa para a Terra?

Acabei esquecendo de passar pela área de Ecologia na zona verde, então voltei e dei uma passada rápida, já com o museu quase fechando (é tão bom ouvir um aviso no auto-falante em inglês e entender tudo). Com isso, concluí minha segunda visita decente a um museu desde que cheguei na Europa.